A História do Agaricus blazei

Na década de 60, pesquisadores da Pen State University (EUA) foram atraídos para a região de Piedade, uma região montanhosa do Estado de São Paulo por causa das baixas taxas de doenças da população de agricultores imigrantes japoneses e pela longevidade de grande número de habitantes dessa região.  Nessas pesquisas observaram que fazia parte do hábito alimentar dessa população um cogumelo nativo da região.

Tendo conhecimento desses resultados um agricultor japones enviou amostras deste cogumelo para diversas instituições de pesquisas, e acabou despertando o interesse de diversos pesquisadores, dentre eles o Dr. Takashi Mizuno Ph.D., que em 1968 iniciou os estudos sobre as substâncias bioativas desse fungo, especialmente aquelas relacionadas com polissacarídeos e atividades antitumorais.

Eles descobriram que o cogumelo Agaricus blazei é rico em um composto de polissacarídeos que estimula o sistema imunológico, denominado por  ß(Beta) 1,3-D Glucan and ß(Beta) 1,6-D Glucan.

Durante as décadas de 80 e 90 cientistas conduziram estudos para demonstrar que o cogumelo Agaricus blazei (ABM) é um estimulador dos mecanismos de defesa naturais do organismo na luta contra uma variedade de agentes infecciosos e doenças, incluindo o câncer. Os polissacarídeos contidos nesse cogumelo vitalizam a produção do interferon e interleucina. Este efeito indiretamente tem a função de destruir ou prevenir a proliferação de células cancerígenas, pela indução dos efeitos da citosina.

Além disso, os experimentos conduzidos pelos pesquisadores mecionados acima provaram que este efeito também pode prevenir viroses e a entrada de outros fatores externos no organismo.

Inúmeros resultados clinicos de pesquisas obtidas em colaboração com universidades e hospitais foram publicados desde a divulgação dos efeitos anticancerígenos apresentados na convenção do Japan Cancer Association, em 1980, e estes cada vez mais tem comprovado os excelentes efeitos do Agaricus blazei na prevenção ou como coadjuvante a tratamentos convencionais.

Fonte:http://www.cuestaagaricus.com.br/cuesta-port/historia.htm